Arquivo da categoria: Trilha sonora

Home again.

Essas coisinhas que, quando batem, coçam a orelha até o mês seguinte.

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I’m not here

Caso ainda não tenha ficado claro, esse blog não está aqui. Pelo menos até meio de abril.

 

Inté.

Camila Teixeira

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Fresh feeling

Eu sei, romantismo não é meu forte e tenho plena consciência de que deveria pensar 297 vezes antes de postar qualquer vírgula que ultrapasse a linha do real e do concreto. Mas como decidi me aventurar mais esse ano (cof, no sofá), digo alto e claro que tenho uma nova teoria.

O amor é como um grande estacionamento. Tem quem estacione na beira do rio, no shopping lotado sábado à tarde, em local proibido, em lugar deserto, na garagem de casa, na vaga do vizinho, em cima da calçada. Em última medida, que não desenvolverei aqui, mas que deixo registrada graças à minha infinita generosidade para fins iluminatórios do mundo, os hábitos de estacionamento de uma pessoa revelam muito sobre seu caráter. Repare.

Voltando a minha teoria amorestacionamentária. É a mais pura verdade. O estado amoroso é um grande estacionamento. A gente escolhe uma vaga e fica. Aprecia aquele espaço como se fosse o universo. Vive e revive, todo dia, dia após dia, assim sucessivamente, repetidamente, cegamente, surdamente, do início até o fim. Até o dia em que a gente resolve sair do carro e vê que a vaga na sombra é melhor.

Não vou entrar nos pormenores interpretativos dessa minha nova teoria, visto que cada um é grande o suficiente para comprovar por experiência própria e com a devida riqueza de detalhes a multiplicidade de combinações teóricas e empíricas que a amorestacionamentária merece e permite em todo seu esplendor.

Revelarei apenas e entretanto a gênese desse brilhante conhecimento especulativo que é por natureza – destaco – alheio a qualquer aplicação prática que venham um dia, por pensamento ou ações, atos ou palavras, imputar a mim.

Estava eu tranquila no meu canto ouvindo minha nova playlist até que fui atropelada por um título que não conhecia, mas pelo qual me apaixonei subitamente. E eu nem sabia que ele fazia parte da playlist. Mas fazia, perceba. O problema é o seguinte. Estava tão  repetidamente, cegamente, surdamente estacionada em El Hombre Lobo, do Eels, particularmente em That look you give that guy, In my dreams, All the beautiful things e Ordinary man, que não tinha ouvidos para nenhuma outra de suas músicas. Grande erro.

Felizmente o amor tem dessas coisas, mesmo o amor de estacionamento. Ao viciar numa paisagem, a gente acaba descobrindo detalhes que nunca tinha visto antes, mesmo olhando todos os dias para ela.

Descobri Fresh Feeling. Lá vai.

Recomendo também a versão original.

Feliz ano novo, aliás.

 

Camila Teixeira

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Apaga tudo

Por um erro de manipulação, apaguei todas as músicas do meu telefone. Sabe aqueles instantes em que sua barriga dá um nó e sua bochecha queima igual churrasquinho de gato? Bateu um desespero abesoloto, afinal, minhas músicas são minha vida, em resumo, ou quase.

Para minha salvação, os originais estão moito bem guardados num local secreto. Mas o problema era: como reconstituir a playlist?

Lá fui eu amargurada recomeçar do zero. Foi quando me dei conta de que apagar tudo foi a melhóóóóór coisa que aconteceu. Olhei pasta por pasta do meu arquivo semi-infinito e vi que tinha deixado muita coisa de fora. Minha antiga playlist não era exatamente minha playlist, mas o que se costuma ouvir por aí.

Compilei tudo de novo. Aléveo profondo ao ligar meu mp3 e ouvir só o que gosto.

Faz o teste. Apaga tudo e ouve só o que você gosta e não aquilo que indicaram, que alguém gostou, que você viu não sei onde.

Eu não devia fazer um post desse a essa altura do campeonato: 22 anos de idade num domingo outonal, enquanto troco as lentes de contato dos meus lindos olhos azuis (que um dia terei). Esse é o problema de ouvir Green Day. A gente acha que é jovem.

 

Camila Teixeira

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Lembrei

Tinha esquecido de como gosto do Bat For Lashes.

Ainda bem que a memória existe.

 

Camila Teixeira

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Midnight City

Hurry up, we’re dreaming é de 2011, mas Midnight City é minha mais nova queridinha.

 

 

Não sei, mas acho que tem algo de muito Where the Wild Things Are nesse vídeo.

 

Camila Teixeira

 

 

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Estudo para trilha sonora

No dia em que eu fizer um filme, quero ter uma lista de títulos musicais a minha disposição, pronta para ser editada.

Este é o meu primeiro estudo para trilha sonora.

Pelo menos uma, ou algumas, ou várias ou todas têm grandes chances de fazer parte do filme. A ordem abaixo é aleatória e não corresponde ao grau de apreciação que tenho por elas.

 
Camila Teixeira

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