Arquivo mensal: abril 2012

Profecia

Para registro interno: brócolis graúdo com casinha.

Emoção total.

 

 

Criação do artista plástico Brock Davis ou aqui.

 

Camila Teixeira

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Estudo para trilha sonora

Normalmente eu prefiro reunir vários títulos, mas esse é tão esse que abri um tópico só pra essa música.

 

 

Camila Teixeira

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Consumo

Outra coisa que reparei.

Eu não gosto de consumir. Eu prefiro o desejo de consumir. Porque é aquela coisa. O desejo de consumir faz com que o objeto de consumo seja perfeito. O ato de adquirí-lo faz com que seja possível observar todas as suas imperfeições. Quando temos o objeto de consumo em mãos, vemos o quanto ele é falho, mal feito ou mal pensado.

Fico me perguntando o quanto de verdadeira beleza existe no mundo real.

 

Camila Teixeira

 

 

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Reparação

Não estou falando do livro, mas do ato de reparar. Porque eu reparei num negócio que acontece comigo.

O fato de me sentir em paz não faz bem para o blog (prévios comentários nesse post). O fato de estar em paz não me dá vontade de escrever. Pelo seguinte: não se pode reparar no aspecto único de um raio de luz em pleno sol do meio-dia.

Isso quer dizer que meus melhores dias bloguísticos são dias terríveis. Ou coisa parecida.

Não sei se fico feliz ou triste.

 

***

 

Procurando por “reparar” no dicionário, achei: restaurar, recuperar, remediar, observar.

Nada mais apropriado.

Estou me recuperando da minha paz.

Volto em breve, assim que meu querido mau-humor voltar.

Inté.

 

Camila Teixeira

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Estudo para ilustração

Se eu pudesse nascer de novo nessa exata idade que tenho, antes de reencarnar, trataria de trocar alguns méritos que possuo pela capacidade de fazer ilustrações.

Enquanto esse projeto fica no stand by por razões óbvias, choro com a arte de Scott C., autor de Amazing Everything, obra que certamente fará parte da minha biblioteca.

No dia em que lançar um livro de histórias infantis, pretendo convidá-lo para ser o ilustrador. Aceitará.

 

Camila Teixeira

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Drive

Mais uma vez o problema da expectativa. Ouvi tanta coisa sobre Drive, que estava esperando algo bombástico. É um bom filme, é verdade. O  roteiro é original, o cenário simples destaca ainda mais a atuação dos atores, todos ótimos, a trilha sonora incrível e suave equilibra com a violência da história. Ryan Gosling, que normalmente acho sem graça, é o verdadeiro suspense encarnado e está incrível com suas frases curtas e expressões carregadas de ambiguidade.

 

Acharei uma jaqueta dessa pra mim.

No filme, Gosling trabalha numa oficina mecânica, além de ser um motorista profissional, que atua como dublê de capotagem de carro e motorista em assaltos. Ele se encanta com sua vizinha, casada com um ex-presidiário, a quem tenta proteger a todo custo, inclusive se colocando em perigo.

Drive tem tudo para ser um cult, com a jaqueta de escorpião do personagem de Gosling, sua luva de couro e seu sapato estiloso, os apelidos motorista e cozinheiro, a máscara de borracha, o timing e os enquadramentos das cenas de violência milimetricamente pensados, o autocontrole do motorista, a cena romântica no elevador antes do duplo ataque, o palito no canto da boca, o marginal engomadinho, o romance não dito, a tensão em cada cena. Quando paro para pensar agora, tudo é legal.

Mas.

Para mim, faltou uma costura melhor a partir do pico da trama, quando um assalto que tinha tudo para correr “tranquilamente” acaba derrapando e tudo dá errado. O “quem sabe o que sobre quem” me pareceu um pouco confuso.

Li muitas referências à violência do Tarantino, por isso, acho que estava esperando algo mais intenso, mais rasgado. Pessoalmente, não vi nada de Tarantino na história – o que achei bem inteligente da parte do diretor, o dinamarquês Nicolas Winding Refn.

E, sei que é irrelevante, mas achei a escolha da fonte utilizada no cartaz, estilo Brush do MS Word, bem infeliz. E isso influencia tudo.

Eu sou uma chata, mesmo.

Lá vai o trailer.

 

 

Mas gostei. Indico.

 

Camila Teixeira

 

 

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Zen

Ainda na série sonora, pequena e preciosa descoberta.

 

 

Camila Teixeira

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Estudo para trilha sonora – II

Aqui vai minha segunda lista cuidadosamente estudada para quando eu lançar um filme.

 

Helplessness Blues – Fleet Foxes

(Acho que não tenho sensibilidade suficiente para entender toda a letra. Ela começa lindamente, mas termina de um jeito muito esquisito. Mas adoro, mesmo assim.)

 

Passengers of the night – Lonely Drifter Karen

(No melhor estilo do post anterior, adoro a decoração do microfone dela).

 

Sister – Sufjan Stevens

Também no espírito do post anterior, outra versão mais completa aqui.

 

Rose parede – Elliott Smith

 

Charlie Brown – Coldplay

(Foi mal a publicidade obrigatória antes do vídeo).

 

Camila Teixeira

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Luzes

Uma boa iluminação pode fazer maravilhas em qualquer ambiente meio borocoxô. Quando o ambiente já é bonito, o resultado é incrível.

O artista plástico Barry Underwood criou instalações luminosas no meio da natureza. Simples e genial.

 

 

 

Mais dele aqui.

Vi aqui.

 

Camila Teixeira

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