Tão sem tempo, tão atrasada

Em vários momentos, percebo o quanto meus conhecimentos cinematográficos estão atrasados. Só que hoje cheguei ao fundo do poço, ao ler n’O Globo que

  • Oskar Schell, meu herói forever de “Extremamente alto e incrivelmente perto”, do Jonathan Safran Foer, tem um rosto no cinema e que
  • a adaptação do livro está concorrendo ao Oscar 2012 na categoria de melhor filme.

De qualquer jeito, não verei esse filme, estou decidida, posto que não pretendo morrer afogada no meu mar de lágrimas. Já chega o que tive que segurar quando terminei de ler o livro. Também não quero que o meu Oskar Schell tenha um rosto diferente daquele que criei especialmente para ele na minha imaginação.

Meu Oskar é mais gordinho.

Por outro lado, essa trilha do U2 me diz que a sensibilidade da história pode ter derrapado para um chororô sentimentalóide, o que me faria chorar menos. Outro motivo para não ver.

Mas verei. Óbvio.

Camila Teixeira

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2 pensamentos sobre “Tão sem tempo, tão atrasada

  1. carol ruhman sandler disse:

    também me acabei de chorar nesse livro e morro de medo de ir ver esse tipo de filme. mas fazer o que, né, não dá para fugir….. boa sorte!

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